Interregno

A GdR entrou de férias e volta em Setembro, se Deus quiser.

"Somos católicos"

Centenário da República

A GdR tem a honra de se associar à iniciativa Centenário da República, que conta com uma plataforma e um blog.

O derradeiro animal político

Pacheco Pereira deve ser a personificação perfeita do ornitorrinco laranja. A entrevista que concedeu hoje ao Diário de Notícias é mais do que clarificadora quanto à mistela ideológica que lhe atravessa uma certa presunção, que faz por manter, misturada com os tiques liberais e pseudo-conservadores da inevitável modernidade. E basta ler para lhe perceber a disfarçada ânsia de poder. Parece querer a possibilidade de provar uma qualquer superioridade intelectual que porta, uma capacidade inigualável para compreender e resolver os males da nação e do mundo, mas só se insistirem muito! Sem "direitas" nem "esquerdas", claro está, nem padrões que denunciem a menor entrega à convicção - ainda que daquelas inventadas - Pacheco Pereira é tudo e nada: um animal que se alimenta da complexidade técnico-teórica do vazio político do mundo hodierno.

O nazi-fascismo de levarmos tudo à letra

A GNR - "humana, próxima e de confiança" - anda muito preocupada com a aplicação de uma portaria que obriga à vigilância (coisa de ditaduras...). Dizem ser "inconstitucional" que se leve "à letra" a vigilância de "nómadas e mendigos". Porquê? Porque, "à letra", lêem "ciganos e pobres". Ou seja: existe, "à letra", longe de qualquer leitura motivada por interesses terceiros, uma tendência discriminatória assente na etnia e na condição social. Óbvio que o Tribunal Constitucional, talvez seguindo a linha "salazarista" da referida lei, não percebe a "forma codificada de referir pessoas de etnia cigana" (palavras imparciais do jornalista do Público), ingénuo que é, e determina a constitucionalidade da conduta da guarda pelo motivo "fascista" de que "nem todos os ciganos são nómadas e vice-versa".

Levando "à letra", eu diria que também estão a chamar "fascista" a Mário Soares, primeiro-ministro quando da redacção da portaria em causa. Diria ainda que a "tolerância" a que apelam é uma "forma codificada" de não quererem opor-se à vida de quem não tem medo de andar aos tiros nas ruas de um qualquer bairro oferecido pelo Estado. E objectivamente falando, talvez sejam é mesmo sintomas de "Esquerda moderna". Ou serão apenas especulações?...

O Papa lê a GdR

"Gloria, laus"

Devido a algumas dificuldades na publicação das gravações do passado fim-de-semana, e porque não gosto de faltar ao prometido, deixo-vos uma experiência antiga em redor de umas adaptações gregorianas para o vernáculo. Trata-se, neste caso, do milenar hino a Cristo Rei "Gloria, laus", interpretado por mim próprio e mais quatro amigos da Tradição. Falhas, imprecisões e sinais de amadorismo devem ser ignorados: "Gloria, laus" (se não conseguir abrir o link directo, tente ouvir aqui)

A ditadura global

A Juventude Socialista vem reclamar novamente a "imposição do princípio da igualdade" em defesa do contrato civil entre cidadãos do mesmo sexo. Ao encerrar o congresso da JS, José Sócrates afirma que "recusa todas as visões do passado, retrógradas e baseadas em visões conservadoras". Entretanto, homossexuais australianos protestam contra a Moral atirando preservativos ao Santo Padre, depois deste ter repetido lamentos pelos abusos de sacerdotes pedófilos.

Bem-vindos ao contraditório mundo do preconceito da tolerância.

Um projecto que se consolida

Repetimos ontem as gravações gregorianas. Na mesma igreja, com o mesmo órgão e as mesmas pessoas, mas com aparelhagem de captação diferente. Saiu melhor, sem dúvida, embora ainda muito longe do nosso objectivo final. Pode ser que nos próximos dias publique uma cheirinho dos testes de som...

Liber Usualis

Procuro Liber Usualis que esteja em bom estado de conservação, com capa dura intacta, sem lacunas na paginação ou qualquer anotação. A quem tiver um exemplar disponível e nestas condições, é favor contactar para o e-mail da casa: gazetadarestauracao@gmail.com

Informação

Os comentários ofensivos ou abusivos serão, de ora em diante, apagados. As definições de ofensa e de abuso são da legitima responsabilidade da GdR, entrando esta medida em vigor a partir do próximo post.

E pensar que há quem odeie a Tradição...

(Msgr. Michael Schmitz, ICRSS, celebrando Missa em Estocolmo, Suécia. copyright: Daniel Nygård.)

Deus, Pátria e Rei



1. {Les Bleus sont là, le canon gronde

Dites les gars, avez vous peur ? (bis)
{Nous n’avons qu’une peur au monde
C’est d’offenser Notre Seigneur. (bis)

2. {Vos corps seront jetés à l’onde,
Vos noms voués au déshonneur. (bis)
{Nous n’avons qu’un honneur au monde,
C’est l’honneur de Notre Seigneur. (bis)

3. {Les Bleus chez vous dansant la ronde,
Boiront le sang de votre cœur. (bis)
{Nous n’avons qu’un espoir au monde
C’est le cœur de Notre Seigneur. (bis)

4. {Allez les gars, le canon gronde,
Partez les gars, soyez vainqueurs. (bis)
{Nous n’avons qu’une gloire au monde,
C’est la victoire du Seigneur. (bis)

[5 {La France attend qui la délivre,
Et cherche à qui donner sa foi. (bis)
{Nous n’avons qu’un espoir pour vivre,
C’est le retour de notre roi. (bis)

6. {Allons les gars, pour notre terre,
Tels nos aïeux pour notre Foi. (bis)
{Reprenons le vieux cri de guerre :
Vive Dieu, la France et le Roi. (bis)]

Programa de Sábado à tarde

Ontem, com um amigo, decidi levar o portátil e o microfone a uma igreja do Portugal imenso, a fim de prosseguirmos com as nossas gravações gregorianas. Qualquer dia lançamos um CD, daqueles que fazem sucesso na Feira da Ladra.

Estávamos ali, ele ao órgão e eu com a voz, em local que não ouvia aquelas sonoridades vai para anos sem fim. Estávamos, penso que meio-tristes entre tão salutar saudosismo, talvez animados por uma esperança que teima em não morrer.

As coisas saíram mal, quer pela qualidade do microfone, quer pela aselhice das tentativas que fizemos. Mas qualquer dia lançamos um CD, isso é certo, daqueles que são apregoados com voz cigana. E não está nada mal...

O Estado da Nação

Depósito vs. Detenção

A diferença é essencial para perceber de que forma se organizam as comunidades com elementos do Absoluto: as que obedecem ao que lhes é externo, ao que reconhecem com a Razão e a Fé, separam a "espada" do mundo da de Deus, de forma a completarem-se para o cumprimento do critério do Outro; as que sucumbem à tentação de fundir aquelas "espadas", submetendo a segunda aos caprichos da primeira, secularizam a própria religião e idolatram o poder efémero.

Para mais informações, consulte: "Sobre a Tal Religião Política das Ilhas" (Pasquim da Reacção)